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Código: TROPO

Nome: TROPONINA CARDÍACA – I

Material: soro

Sinônimo: Subunidade inibidora da actina (actinomiosina)

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Coletar soro

Interpretação: Uso: diagnóstico do infarto do miocárdio A troponina é um complexo de três proteínas, que regula a interação da miosina com a actina no processo contrátil: a troponina T (liga o complexo a tropomiosina), a troponina C (liga o cálcio no início da contração) e a troponina I (um inibidor que bloqueia a concentração na ausência do cálcio). No infarto do miocárdio, o aumento da troponina cardíaca ocorre em paralelo com o CKMB (porém com valores muito mais elevados). Este aumento é prolongado, permitindo a detecção do infarto do miocárdio mesmo 10 dias após o início dos sintomas. A troponina I aumenta 2 a 6 horas após o infarto do miocárdio, retornando aos níveis normais somente 7 a 10 dias após o início dos sintomas. A associação entre troponina I, mioglobina e CKMB forma um perfil satisfatório para o diagnóstico e o monitoramento do infarto do miocárdio.

Referência: 0,20 a 2,70 ng/mL
Vida media: de 7 a 10 dias
Sensibilidade analítica: 0,20 ng/mL

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Código: TRIP

Nome: TRIPSINA IMUNOREATIVA – Soro

Material: soro

Volume: 2.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Laboratorial: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 25 dias úteis

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Coletar soro.

Interpretação: Uso: detecção precoce da fibrose cística. A fibrose cística é uma doença genética que causa problemas de absorção nos recém-nascidos e nas crianças, sendo responsável por anormalidades na secreção do muco, disfunção pancreática, problemas hepáticos, anormalidades na genitália masculina e insuficiência respiratória. Valores aumentados: pancreatite aguda, insuficiência renal crônica, doenças hepáticas, úlcera péptica (ocasional), fibrose cística (cordão umbilical – RN). Valores diminuídos: pancreatite crônica.

Referência: Crianças : 8,0 a 26,0 ng/mL
Adultos : 10,0 a 57,0 ng/mL

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Código: TRIPS

Nome: TRIPSINA IMUNOREATIVA

Material: papel filtro – sangue

Sinônimo: Fibrose Cística

Volume: Papel filtro

Método: Imunofluorimétrico

Volume Laboratorial: Papel filtro

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado em: 3 dias

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Colher uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Enviar refrigerado.

Interpretação: Uso: detecção precoce da fibrose cística. A fibrose cística é uma doença genética que causa problemas de absorção nos recém-nascidos e nas crianças, sendo responsável por anormalidades na secreção do muco, disfunção pancreática, problemas hepáticos, anormalidades na genitália masculina e insuficiência respiratória. Valores aumentados: pancreatite aguda, insuficiência renal crônica, doenças hepáticas, úlcera péptica (ocasional), fibrose cística (cordão umbilical – RN). Valores diminuídos: pancreatite crônica.

Referência: de 2 a 14 dias: Inferior a 90 ng/mL
Após 14 dias : Inferior a 70 ng/mL
Valores acima de 140,0 ng/mL são sugestivos de
Fibrose Cística

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Código: TRIGL

Nome: TRIGLICÉRIDES

Material: soro

Volume: 1,0 mL

Método: Enzimático / automatizado

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Jejum obrigatório de 12 a 14 horas. Dieta estável duas semanas antes da realização do teste.

Interpretação: Uso: diagnóstico e acompanhamento de dislipidemias; avaliação de amostras lipêmicas no laboratório. Os triglicerídeos são moléculas compostas de uma molécula de glicerol com três moléculas de ácidos graxos, que podem ser saturados ou insaturados. Os triglicerídeos ocorrem em animais e vegetais; em humanos podem ser provenientes de fontes exógenas, por ingestão ou endógenas por síntese primariamente hepática. Têm como função permitir ao organismo a estocagem de moléculas com longas cadeias de carbono, úteis em processos de formação de energia em estados de jejum prolongado. Estas moléculas altamente energéticas constituem 95% das gorduras estocadas nos tecidos, sendo transportadas no plasma nas lipoproteínas (VLDL, quilomícrons e LDL). Quando os triglicerídeos são metabolizados, seus ácidos graxos são liberados, havendo fornecimento de energia, enquanto sua porção glicerol é reciclada para a formação de outros triglicerídeos. A manutenção dos níveis plasmáticos de triglicerídeos depende de uma série de fatores metabólicos e orgânicos, sendo reconhecido que, após a ingestão de gorduras, suas concentrações encontram-se em níveis elevados. As concentrações séricas de triglicerídeos devem ser avaliadas levando-se em consideração que seus níveis são extremamente variáveis, sendo que determinações separadas por um ou dois dias podem resultar muito diferentes. Portanto, valores elevados devem ser confirmados em ocasiões posteriores. Os níveis de triglicerídeos não são normalmente encarados como fatores independentes de risco para doença cardíaca coronariana. Valores aumentados: dislipidemias (deficiência de lipoproteína lipase, deficiência de Apo-CII, hipertrigliceridemia familiar, disbetalipoproteinemias), doenças hepáticas, xantomas, pancreatites, síndrome nefrótica, doenças de estocagem, hipotireoidismo, diabetes mellitus, alcoolismo, gota, gravidez, doenças agudas, uso de certos medicamentos (contraceptivos orais, estrogênios em altas dosagens, betabloqueadores, hidroclorotiazida, esteróides anabolizantes, corticosteróides). Certos valores estão associados a algumas condições (até 250, não associado a nenhum estado patológico; 250-500, associado à doença vascular periférica; superior a 500, associado a risco de pancreatites; superior a 1000, associado a hiperlipidemias, especialmente tipo I e V, risco de pancreatites; superior a 5000, associado a xantoma eruptivo, arco corneal, lipemia retinal e hepatoesplenomegalia). Valores diminuídos: abetalipoproteinemias, desnutrição, alteração em hábitos dietéticos recentes (especialmente regimes), perda de peso recente, exercício vigoroso e uso de medicamentos (bloqueadores de receptores alfa-1). Hipertrigliceridemia está associada com o uso de diuréticos (tiazidicos) e beta adrenérgicos.

Referência: 02 a 9 anos : até 100,0 mg/dL
10 a 19 anos : até 130,0 mg/dL
> 19 anos
Ótimo : < 150,0 mg/dL
Limítrofe : 150,0 a 199,0 mg/dL
Alto : 200,0 a 499,0 mg/dL
Muito Alto : > 499,0 mg/dL
SegIII Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias.
(Sociedade Brasileira de Cardiologia 2001)
Consideração :
Esta determinação pode sofrer grande variabilidade
biológica, devendo ser avaliada a necessidade de
confirmação pelo(a) Médico(a).

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Código: TRICI

Nome: TRICÍCLICOS – ANTIDEPRESSIVOS

Material: soro

Sinônimo: Amitriptilina,nortriptilina, imipramina,desipramin

Volume: 2.0 mL

Método: Fluorescência Polarizada

Volume Laboratorial: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Interpretação: Uso: controle terapêutico. Os tricíclicos (TAD) são largamente usados como antidepressivos, estando freqüentemente envolvidos em tentativas de suicídio (por esta razão deve-se indicar no pedido se o que se deseja é controle individual de dose ou pesquisa de “overdose”). Os TAD apresentam uma estreita “janela terapêutica”, isto é, sua dose terapêutica é próxima da dose tóxica, havendo grandes variações pessoais. Negros geralmente apresentam níveis sangüíneos 50% maiores que brancos, para uma mesma dose. Sintomas de “overdose” podem ser assemelhar àqueles que originam a prescrição. Um índice sugestivo de “overdose” é o alargamento de QRS >100mseg. Estudos recentes mostram que existe pouca relação entre a dose oral e plasmática, principalmente em crianças adolescentes. Os idosos tendem a ter níveis mais altos que jovens, com a mesma dose.

Referência: Amitriptilina + Nortriptilina
Nivel terapêutico : 75,0 a 225,0 ng/mL
Nivel tóxico : Superior a 500,0 ng/mL
Imipramina + desipramina
Nivel terapêutico : 125,0 a 225,0 ng/mL ng/mL
Nivel tóxico : Superior a 500,0 ng/mL
Ref. Wallach – Interpretation of Diagnostics
Tests – 6ª Ed.

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Código: TRITO

Nome: TRIAGEM TOXICOLÓGICA

Material: urina – amostra isolada

Sinônimo: Pesquisa de Anfetaminas, barbitúricos, benzodiazep

Volume: 50,0 mL

Método: Fluorescência polarizada

Volume Laboratorial: 50,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina amostra isolada, se não realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.

Interpretação: Uso: detecção de drogas de abuso. Drogas dosadas nesta triagem : Fenciclidina, Benzodiazepínicos, cocaina, anfetaminas, tetrahidrocanabinol, opiáceos e barbituricos. Sinonimos e susbstacias pesquisadas: Tetrahidrocanabinol: Maconha Cocaína: Cocaína , Crack e Merla Anfetaminas: Ecstasy Opiáceos: Ou drogas opiáceas são substâncias derivadas do ópio. Todas produzem analgesia (diminuem a dor) e uma hipnose (aumentam o sono). Em função disso, recebem o nome de narcóticos sendo também chamadas de drogas hipnoanalgésicas ou analgésicos narcóticos. São Classificadas como substancias entorpecentes e compreendem 3 grupos: Opiáceos naturais: Ópio, Pó de Ópio, Morfina, Codeína; Opiáceos Semi-sintéticos: Heroína Opiáceos sintéticos ou opióides: Zipeprol, Metadona Fenciclidina: A fenciclidina (PCP, pó-de-anjo) desenvolveu-se no final da década de 50 como um anestésico, um forte redutor da sensação dolorosa. O uso médico de PCP foi interrompido em 1962 porque os doentes que o tomaram apresentavam, com frequência, intensa ansiedade e delírios e alguns tornaram-se temporariamente psicóticos. A PCP apareceu como droga de rua em 1967 e, frequentemente, foi vendida fraudulentamente como marijuana. Toda a PCP disponível hoje na rua é sintetizada ilegalmente. Psicofarmacos: Embora os psicofarmacos compreendam varios grupos de medicamentos, este teste detecta 2 grupos especificamente, que são os mais utilizados na pratica médica e com maior potencial em causar dependência. São pesquisados: Barbitúricos Benzodiazepínicos

Referência: Negativo

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Código: TRIAMINIMA

Nome: TRIAGEM MINIMA PARA ERROS INATOS DO METABOLISMO

Material: urina e plasma

Sinônimo: Screen metabolic

Volume: 50 mL de urina e 4 mL de plasma heparinizado

Método: Diversos

Volume Laboratorial: 50 mL de urina e 4 mL de plasma

Rotina: Diária

Resultado em: 30 dias

Temp.: Congelar

Coleta: Urina : Coletar 30,0 mL, congelar e enviar em frasco estéril. Sangue : Coletar 5,0 mL de Sangue com Heparina, separar o plasma, congelar e enviar.

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Código: TRIAMPLIAD

Nome: TRIAGEM AMPLIADA PARA ERROS INATOS DO METABOLISMO

Material: urina e plasma

Sinônimo: Screen metabolic

Volume: 50 mL de urina e 4 mL de plasma heparinizado

Método: Diversos

Volume Laboratorial: 50 mL de urina e 4 mL de plasma heparinizado

Rotina: Diária

Resultado em: 45 dias

Temp.: Congelar

Coleta: Urina : Coletar 50,0 mL, congelar e enviar em frasco estéril. Sangue : Coletar 5,0 mL de Sangue com Heparina, separar o plasma, congelar e enviar.

Referência: Exames que compõe:
• BENEDICT – açucares redutores
NITROSONAFTOL – metabólitos da tirosina
P-NITROANILINA – ácido metilmalônico
AZUL DE TOLUIDINA – mucopolissacarídios
CROMATOGRAFIA DE AMINOÁCIDOS, urina
CROMATOGRAFIA DE OLIGOSSACARÍDIOS, urina
CROMATOGRAFIA DE SIALILOLIGOSSACARÍDIOS, urina
BETA-GLICOSIDASE, plasma
HEXOSAMINIDASE, plasma
QUITOTRIOSIDASE, plasma
CROMATOGRAFIA DE AMINOÁCIDOS, sangue
DINITROFENILHIDRAZINA – ceto-ácidos
CIANETO-NITROPRUSSIATO – cistina

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Código: TP

Nome: TREPONEMA PALLIDUM – Pesquisa

Material: secreção lesao peniana

Sinônimo: Pesquisa de sífilis em lesão

Volume: Variável

Método: Fontana

Volume Laboratorial: Variável

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Ambiente

Coleta: Confeccionar esfregaço em lâmina da secreção. Não enviar swab.

Interpretação: Uso: diagnóstico da sífilis. A pesquisa dos espiroquetas de Treponema pallidum no material obtido da lesão confirma o diagnóstico da sífilis primária ou secundária. Os testes sorológicos só dão resultado positivo mais tarde (geralmente). O exame em campo escuro pode ser, na fase primária, o único meio de se estabelecer o diagnóstico de sífilis. Habitualmente a sífilis é diagnosticada sorologicamente.

Referência: Negativo

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Código: TPM

Nome: TREPONEMA PALLIDUM – Anticorpos IgM

Material: soro

Sinônimo: ELISA para SIFILIS (CAPTURA)

Volume: 1,0 mL

Método: ELISA – Captura

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrieração

Coleta: Jejum de 4 horas.

Interpretação: Uso: diagnóstico de fase aguda da sífilis. A pesquisa de anticorpos anti-Treponema pallidum por captura (ELISA) é muito sensível para sífilis congênita (100%), sendo menos específica para sífilis primária (82%), secundária (60%), neuro sífilis (34%) e sífilis tratada (11%).

Referência: Não reagente = Ausência de anticorpos

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