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Código: TRANDC

Nome: TRANSFERRINA DEFICIENTE DE CARBOHIDRATO

Material: soro

Volume: 2.0 mL

Método: Cromatografia de afinidade / Espectrometria de massa

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 15 dias

Temp.: Sob refrigeração

Referência: Mono-oligo/Di-oligo : 0,000 – 0,074
A-oligo/Di-oligo : 0,000-0,022

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Código: TRAN

Nome: TRANSFERRINA

Material: soro

Sinônimo: Siderofilina

Volume: 1,0 mL

Método: Nefelometria

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Jejum obrigatório.

Interpretação: Uso: avaliação do metabolismo do ferro (especialmente na investigação das anemias microcíticas e da hemocromatose). A transferrina é a principal beta globulina, responsável pelo transporte dos íons férricos dos depósitos de ferro intracelulares ou da ferritina mucosa para a medula óssea, onde os precursores dos eritrócitos e dos linfócitos possuem receptores de transferrina nas suas superfícies. Variações ocorrem em suas concentrações em resposta à deficiência de ferro e com doenças crônicas, retornando ao normal após o tratamento. Normalmente apenas um terço da transferrina plasmática encontra-se sob a forma saturada. Sua concentração se correlaciona com a capacidade total de ligação do ferro (TIBC). As estratégias atuais para avaliar a hemocromatose incluem as determinações do ferro e da transferrina (por imunoensaio nefelométrico), com o cálculo do percentual de saturação como melhor índice para a identificação de casos previamente não reconhecidos. Interferentes: estrógenos +, anticoncepcionais orais +, corticosteróides -, testosterona -, corticotrofina -, dextran -.

Referência: 200,0 a 360,0 mg/dL

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Código: TRAB

Nome: TRAB – ANTICORPO ANTI RECEPTOR DE TSH

Material: soro

Sinônimo: Anticorpo Anti-inibidor de TSH

Volume: 1,0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: 2ª, 4ª e 6ª feira

Resultado em: 24h

Temp.: Congelar

Coleta: Jejum de 8 horas. Anotar uso de medicamentos, em especial drogas anti-tireoideanas e hormônios tireoideanos. Enviar amostra congelada.

Interpretação: Uso: avaliação, diagnóstico e acompanhamento de doença de Graves. Os anticorpos anti-receptores de TSH são dirigidos contra epítopos do receptor de TSH. Existem duas classes de TRAB potencialmente associadas a distúrbios da tireóide: (a) anticorpos tireoestimuladores, causadores do hipertireoidismo de Graves, e (b) anticorpos bloqueadores, que impedem a ligação do TSH. Estes anticorpos podem ser encontrados sozinhos ou em conjunto em doença de Graves e em raros casos de tireoidite de Hashimoto. Sua determinação é útil na predição de recidivas após tratamento e também no diagnóstico de hipertireoidismo neonatal.

Referência: Positivo : acima de 15,0 U/L
Normal : até 10,0 U/L
Indeterminado : 10,0 a 15,0 U/L

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Código: TOXNE

Nome: TOXOPLASMOSE NEONATAL – Anticorpos IgM

Material: papel filtro – sangue

Volume: Papel filtro

Método: Imunofluorimétrico / IFI

Volume Laboratorial: Papel filtro

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado em: 7 dias

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio.

Referência: Não reagente

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Código: AVIDET

Nome: TOXOPLASMOSE AVIDEZ – Anticorpos IgG

Material: soro

Sinônimo: Avidez Toxoplasmose

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: 3ª, 5ª feira

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Caso o exame não for realizado no mesmo dia, refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente. Jejum obrigatório.

Interpretação: Uso: complementação para o diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. O diagnóstico da toxoplasmose baseado somente na presença de anticorpos IgM pode levar a terapias desnecessárias, não sendo o melhor marcador de infecção recente aguda (a presença de IgM pode ser sinal de uma infecção antiga sem conseqüências para o feto). A positividade de anticorpos antitoxoplasma do tipo IgM na fase aguda da toxoplasmose foi um indicador muito usado no diagnóstico, porém, com a alta sensibilidade das técnicas existentes, sabe-se hoje que estes anticorpos podem persistir durante muito tempo. Alguns autores fizeram estudos acompanhando pacientes após a fase aguda de toxoplasmose, detectando anticorpos IgM até 2 anos após a fase inicial. O teste de avidez é baseado na intensidade com que os anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de toxoplasma. A alta avidez ( > 25%) é característica de infecção passada (adquirida há mais de 4 meses); a baixa avidez ( < 20%) é característica de infecção aguda ou recente.

Referência: < 30% : Avidez Baixa
30 a 35% : Avidez Moderada
> 35% : Avidez Elevada
Avidez baixa sugere infecção recente adquirida a
menos de 4 meses. Avidez moderada não exclui
uma infecção recente.Avidez elevada pode excluir
que a infecção primária foi adquirida menos de
4 meses antes.O diagnóstico de doenças infecciosas
não deve basear-se no resultado de um único teste,
mas deve ser analisado com outros meios de
diagnóstico e dados clínicos.

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Código: TOXOM

Nome: TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgM (MEIA)

Material: soro

Volume: 1,0 mL

Método: Enzima Imunoensaio Microparticula

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Caso o exame não for realizado no momento refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente. Jejum obrigatório.

Interpretação: Uso: diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose através da pesquisa de anticorpos contra o parasita é classicamente usado na prática médica. A presença de anticorpos anti IgM, até os últimos anos, era considerada fase aguda da doença. Com o advento de técnicas imunoenzimáticas mais sensíveis, detecta-se anticorpos IgM no soro por longo tempo, ocasionalmente por meses ou anos. Existem vários marcadores de infecção recente que podem auxiliar no diagnóstico da toxoplasmose, entre eles o teste de avidez de IgG, anticorpos IgA e IgE e a pesquisa do antígeno através de técnicas de PCR (no sangue ou líquido amniótico). Os resultados pela técnica imunoenzimática (MEIA) podem significar infecção recente, quando os índices forem maiores que 3.0 (anticorpos IgM). O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose em gestantes, por não apresentarem sinais clínicos da doença (em mais de 90% dos casos), tem uma importância vital (na presença de anticorpos IgM, é importante realizar vários ensaios para elucidar a fase da infecção).

Referência: Ausência de anticorpos : IgM 0,0
Infecção recente : IgM > 3.0 UI/mL
Obs: Para auxiliar no diagnóstico de infecção
primária (recente), associar o teste de AVIDEZ DE
IgG. Índices baixos de anticorpos IgM, entre 1,0
e 3,0 podem estar associados a infecção pregressa
ou início de fase aguda e nestes casos está indi –
cado o teste de Avidez de IgG.

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Código: TOXI2

Nome: TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgM (IFI)

Material: soro

Volume: 1,0 mL

Método: Imunofluorescência indireta

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.

Interpretação: Uso: diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. A pesquisa de anticorpos IgM pela técnica de imunofluorescência indireta está sujeita a resultados falso positivos (pela interferência de fatores reumatóides com freqüência presentes no soro) e falso negativos (pela competição de anticorpos IgG). É necessária a associação com outras técnicas para o diagnóstico (imunoensaios por captura, etc.).

Referência: Não reagente : ausência de anticorpos
Reagente : indica infecção recente
Obs: é importante associar o teste AVIDEZ DE IgG
para auxiliar no diagnóstico de infecção primária
adquirida..

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Código: TOXOC

Nome: TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgM (Captura)

Material: soro

Volume: 1,0 mL

Método: ELISA – Captura

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: 3ª e 6ª feira

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Caso o exame não for realizado no momento refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente. Jejum obrigatório.

Interpretação: Uso: marcador de infecção primária (aguda). Ver Toxoplasmose – Anticorpos IgM.

Referência: Não reagente : ausência de anticorpos
Infestação recente : IgM > 3.0
Obs: resultados com índices entre 0,1 e 3,0 devem
ser repetidos apos 15 dias. Um aumento significa-
tivo pode indicar infestação recente.

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Código: TOXOMEL

Nome: TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgM

Material: soro

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Laboratorial: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Caso o exame não for realizado no momento refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente. Jejum obrigatório.

Interpretação: Uso: diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose através da pesquisa de anticorpos contra o parasita é classicamente usado na prática médica. A presença de anticorpos anti IgM, até os últimos anos, era considerada fase aguda da doença. Com o advento de técnicas imunoenzimáticas mais sensíveis, detecta-se anticorpos IgM no soro por longo tempo, ocasionalmente por meses ou anos. Existem vários marcadores de infecção recente que podem auxiliar no diagnóstico da toxoplasmose, entre eles o teste de avidez de IgG, anticorpos IgA e IgE e a pesquisa do antígeno através de técnicas de PCR (no sangue ou líquido amniótico). Os resultados pela técnica imunoenzimática (MEIA) podem significar infecção recente, quando os índices forem maiores que 3.0. O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose em gestantes, por não apresentarem sinais clínicos da doença (em mais de 90% dos casos), tem uma importância vital (na presença de anticorpos IgM, é importante realizar vários ensaios para elucidar a fase da infecção).

Referência: Ausência de anticorpos : IgM 0,0
Infestação recente : IgM > 3.0 UI/mL
Obs: Para auxiliar no diagnóstico de infecção
primária (recente), associar o teste de AVIDEZ DE
IgG. Índices baixos de anticorpos IgM, entre 0,1
e 3 podem estar associados a infecção pregressa ou
início de fase aguda e nestes casos está indicado
o teste de Avidez de IgG.

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Código: TOXLG

Nome: TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgG no LCR

Material: liquor

Volume: 2.0 mL

Método: Enzima Imunoensaio Microparticula

Volume Laboratorial: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado em: 24h

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Médico assistente.

Interpretação: Uso: diagnóstico da encefalite toxoplásmica. Na encefalite toxoplásmica, alguns autores referem maior quantidade de anticorpos do tipo IgG no LCR do que no soro. Ver Toxoplasmose – Anticorpos IgM.

Referência: Não reagente

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