All posts in Artigos

27 abr 2020

Laboratório Conceito disponibiliza TESTE DE SOROLOGIA para Covid-19

Diante do momento de atenção que estamos vivendo com o novo coronavírus, os nossos cuidados e atenção tem sido ainda mais criteriosos.

Como funciona O TESTE?

O exame de Sorologia para COVID-19 detecta a presença de anticorpos IgM e IgG em pessoas que foram expostas ao vírus SARS-CoV-2. Apesquisa de anticorpos deve ser solicitada somente após 7º dia de sintomas, quando o teste passa a ter uma sensibilidade maior.

O exame é realizado pela metodologia de Quimioluminescência(CLIA).

Ressaltamos que um resultado negativo não exclui a presença de doença.

RECOMENDAÇÕES PRIORITÁRIAS

  1. Profissional de saúde afastado com suspeita de COVID-19 pode realizar o teste para triagem do retorno às atividades, após o 7º dia de sintomas, para racionalização do uso do RT-PCR.
  2. Ter apresentado sintomas gripais com início há mais de 7 dias ou pelo menos 20 dias de contato com pessoa positiva para COVID-19.
  3. Se a sorologia for negativa, recomenda -se a realização do RT-PCR, além da manutenção do isolamento individual por até 14 dias se houver sorologia positiva.

Para mais informações, fale com a nossa equipe!

WhatsApp: 66 99940-4848

20 mar 2020

Teste de Sexagem Fetal

Menino ou Menina? Aqui tem Teste de Sexagem Fetal.

A gravidez é repleta de momentos que ficam na memória da mamãe e do papai. E a hora de saber se vem uma menina ou um menina, entre eles, é claro.

O exame de sexagem fetal é providencial para saber, antes do ultrassom, qual será o sexo do bebê e se preparar com antecedência para a chegada da criança.

É possível descubrir o sexo do Bebê a partir da 8ª semana de Gestação. Desse momento em diante, a taxa de assertividade do exame é de 99,9%.

A coleta de sangue para o exame de sexagem fetal é semelhante a de um hemograma. A mamãe não precisa estar de jejum, ter pedido médico em mãos ou realizar algum preparo prévio.

Como se trata de apenas uma coleta de sangue, o exame é completamente seguro tanto para a mãe quanto para o bebê.

Para mais informações, fale com a nossa equipe!

WhatsApp: 66 99940-4848

18 fev 2020

Intolerância ao Glúten x Doença Celíaca

Doença celíaca é uma doença autoimune crônica do intestino delgado causada por uma reação ao glúten em pessoas com predisposição genética. Os sintomas clássicos incluem problemas gastrointestinais como diarreia crónica, distensão abdominal, má-absorção intestinal e perda de apetite.

Entre os exames pedidos pelos especialistas, estão: anti-endomisio; trasglutaminase tecidual; gliadina e o estudo molecular DQ2 e DQ8. Todos são exames de sangue, realizados em jejum normal ou leve, que verificarão a resposta e a sensibilidade do organismo a certos alimentos, entre eles a proteína glúten.

Para mais informações, fale com a nossa equipe!

WhatsApp: 66 99940-4848

17 jan 2020

Um alerta para o Câncer do Colo do Útero

Janeiro Verde é um alerta para o Câncer do Colo do Útero. Atualmente é o 3º tumor maligno mais frequente na população feminina, e a 4ª causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

A realização do exame preventivo Papanicolaou se complementa como ação de prevenção desse tipo de câncer.

Aqui, no Laboratório Conceito, realizamos o exame de forma rápida, segura e com resultado disponível em 24 horas, sempre liberado por um especialista em Citopatologia.

Renove o seu ideal em Saúde!
Vem pra cá!

Para mais informações, fale com a nossa equipe!

WhatsApp: 66 99940-4848

16 maio 2013

Dengue: sintomas podem gerar confusão no diagnóstico

Febre alta, dores pelo corpo e dor de cabeça. Os principais sintomas da dengue,  servem também de alerta para diversos males. Em períodos de calor e chuvas, a epidemia cresce e a atenção aos sinais deve ser redobrada. Quando diagnosticada com antecedência, as chances de complicações da doença diminuem. O exame de sorologia para identificar a presença do vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypit é de extrema importância, tendo em vista que a realização apenas do exame clínico nem sempre confirma o diagnóstico, uma vez que os mesmos sintomas podem estar presentes em viroses ou doenças mais graves, como a meningite. O hemograma completo permite avaliar a evolução da doença e, principalmente, o número de plaquetas do paciente.

Atenção especial às crianças

Crianças devem sempre receber atenção especial nesses casos. Inicialmente porque gripes e resfriados, muito comuns nessa faixa etária, também apresentam sintomas semelhantes aos da dengue, com exceção da coriza. Além disso, elas têm dificuldade na hora de expressar o que estão sentindo, o que dificulta a análise clínica do médico. O Ministério da Saúde tem orientado os profissionais, principalmente os pediatras, a ficarem atentos e sempre considerarem a dengue um dos diagnósticos possíveis. Nos bebês a evolução do quadro é súbita e os pais devem procurar uma unidade de saúde caso a criança apresente choro persistente e irritabilidade. Em alguns casos, a hidratação deve ser iniciada o mais breve possível, mesmo sem o resultado final dos exames.

Alertas

Os sintomas da dengue podem aparecer juntos ou separadamente. Além dos já citados, o paciente pode apresentar manchas pelo corpo, prostração e dor no fundo dos olhos. Para procurar atendimento médico não é preciso aguardar o aparecimento de todos os sintomas.

Existem duas formas de dengue: a clássica e a hemorrágica. A primeira raramente é fatal, mas a segunda, a forma mais severa da doença, pode desencadear sangramentos, ocasionalmente choque e levar à morte. Fique atento se os sintomas evoluírem com dor abdominal persistente, tonteira e queda de pressão. Não tome nenhum medicamento sem prescrição médica e procure uma unidade de saúde rapidamente.

Editora médica: Dra. Anna Gabriela Fuks (615039RJ)

Jornalista responsável: Roberto Maggessi (31.250 RJ)

14 maio 2013

HPV e o câncer do colo do útero

por Nara Luiza Soares Ferreira

Resumo: HPV é a sigla, em inglês, para papiloma vírus humano, que são vírus da família Papilomaviridae. Existem mais de 200 tipos diferentes de HPV e eles são capazes de causar lesões de pele ou mucosa. A maioria dessas lesões tem crescimento limitado e regride espontaneamente, mas algumas podem estar associadas a lesões pré-cancerosas. O HPV é um dos principais causadores do câncer do colo do útero, também chamado de cervical. Por ser considerado um problema de saúde pública, os papilomavírus são, constantemente, objetos de estudos de diversos pesquisadores no mundo e, recentemente, foram feitas descobertas importantes sobre os mesmos. Então, o que é importante saber sobre esses vírus? E o que há de novo sobre o assunto?

HPV é a sigla, em inglês, para papiloma vírus humano. Os papilomavírus são membros da família Papilomaviridae e infectam o epitélio de diversos animais, como répteis, aves e mamíferos, incluindo os seres humanos. Existem mais de 200 tipos de HPV, os quais diferem entre si pela sequência do DNA. Dentre os tipos que acometem os humanos, cerca de 100 já foram descritos e cerca de 40 tem sido encontrados em infecções na mucosa anogenital. Em 2003, esses vírus foram classificados em alto e baixo risco de câncer: os de alto risco são os que têm maior probabilidade de causar lesões persistentes e estar associados a lesões pré-cancerosas e são os tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 58, sendo o tipo 16 o mais prevalente nas infecções do trato genital; já os tipos 6, 11, 40, 42, 43, 44, 54, 61, 70, 72, 81 são de baixo risco, sendo os tipos 6 e 11 os mais encontrados nos condilomas (ou verrugas) genitais e papilomas laríngeos. Alguns tipos não foram detectados em nenhuma amostra e, portanto, foram considerados de risco indeterminado. O DNA dos HPV de alto risco é encontrado em mais de 90% dos casos de câncer cervical.

O vírus é relativamente pequeno, com 50nm de diâmetro, e não envelopado. Seu genoma consiste de uma molécula com DNA duplo com cerca de 8.000 bases pareadas e é formado por três regiões: uma região distal (L); uma região proximal (E); e uma longa região de controle, que se encontra entre as outras duas.

Em 1949, o HPV começou a ser associado com o câncer do colo do útero, quando o patologista George Papanicolaou introduziu o exame Papanicolaou, o mais utilizado no mundo para detectar a doença. O exame, que identifica mulheres com alterações celulares pré-maligna, possibilitou observar a associação entre a atividade sexual e o desenvolvimento desse câncer. O avanço das técnicas moleculares possibilitou a elucidação de diversos aspectos da doença e, atualmente, a associação entre HPV e o câncer do colo uterino está bem estabelecida.

A transmissão dos papilomavírus é por contato direto com a pele infectada, sendo as relações sexuais, incluindo sexo anal e oral, a principal forma de transmissão. Os papilomas laríngeos e respiratórios, de início juvenil, estão associados à infecção por HPV e são transmitidos pela mãe durante o parto. Os principais fatores de risco estão relacionados ao início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros. Além disso, o tabagismo, uso prolongado de pílulas anticoncepcionais, número elevado de gestações, pacientes tratadas com imunossupressores (transplantadas) e infecção por outras doenças sexualmente transmissíveis estão associados ao maior risco de desenvolvimento de câncer de colo do útero. Entretanto, a maioria das infecções é transitória e combatida espontaneamente pelo sistema imune.

A prevenção deve ser feita usando-se preservativo (camisinha) durante a relação sexual (mesmo entre parceiros estáveis), o que diminui a possibilidade de transmissão, mas não a evita totalmente.

O diagnóstico das verrugas genitais pode ser obtido pelos exames urológico (pênis), ginecológico (vulva) e dermatológico (pele). Já o diagnóstico das lesões subclínicas (sem lesão aparente) precursoras do câncer do colo do útero é feito pelo exame preventivo Papanicolaou. Quando esse câncer é descoberto precocemente, a chance de cura é de quase 100%. Porém, cerca de 10% dos testes realizados apresentam resultados falsos negativos, o que é uma taxa alta, principalmente, quando se considera o fato de que todo ano 20.000 mulheres são diagnosticadas com a doença e 5.000 morrem em decorrência da mesma.

Recentemente, surgiu um exame tão ou mais eficaz na prevenção do câncer que o Papanicolaou. O exame molecular automatizado do HPV já é usado pelo sistema público de saúde de vários países da Europa e deve chegar ao mercado brasileiro em maio. Os novos testes moleculares em estudo têm um índice de falha de apenas 1% e, além da infecção, são capazes de determinar o tipo de HPV responsável por ela. Além disso, o diagnóstico da doença é antecipado em 20 anos, sendo que o método tradicional é capaz de identificar o câncer com apenas 10 anos de antecedência.

Um artigo publicado em março deste ano na revista The Lancet mostrou que a infecção por HPV não é um problema tipicamente feminino, visto que cerca de 50% dos homens que participaram como voluntários do estudo (americanos, brasileiros e mexicanos) estavam infectados pelo vírus. O número é preocupante, pois é 20% maior que o índice de mulheres infectadas. Entre os pacientes masculinos existe o risco de câncer de pênis, um tumor muito raro.

As infecções causadas por HPV, assim como outras doenças sexualmente transmissíveis, são um problema de saúde pública e devem fazer parte do conhecimento da população para evitar sua propagação e, consequentemente, as doenças geradas pelos mesmos. Isso ressalta, ainda mais, a importância dos estudos na área.

Referências:

– Lopes, A. D.; Ming, L. O Fim de um Pesadelo. Revista Veja, Editora Abril, Edição 2208 de 16 de Março de 2011, p. 110-111.

– Nakagawa, J. T. T.; Schirmer, J.; Barbieri, M. Vírus HPV e câncer de colo de útero. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 63, n.2, mar./abr. 2010. Disponível em: Link.  Acessado em: 18/03/2011.

Reis, A. A. S. et al. Papilomavírus humano e saúde pública: prevenção ao carcinoma de cérvice uterina. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.15, supl.1, jun. 2010. Disponível em: Link. Acessado em 18/03/2011.

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Tipos de Câncer – colo do útero. Disponível em: Link . Acessado em 18/03/2011

Pesquisa feita com brasileiros revela que metade tem HPV: Contaminação masculina é mais elevada do que entre mulheres. Revista Veja Online . Acessado em 18/03/2011

14 maio 2013

Câncer de Colo de Útero

O que é o Câncer de Colo Uterino?
É o segundo tumor maligno mais frequente na população feminina, sendo superado apenas pelo câncer de mama.

É possível preveni-lo?
Sim, é um tumor que pode ser prevenido, uma vez que sua progressão é relativamente lenta e o exame preventivo (Papanicolaou) permite detectar de forma eficiente as lesões precursoras. Este exame consiste na coleta tríplice de material do colo do útero (região externa e interna) e da vagina (fundo de saco). É um exame barato e indolor. Sua realização periódica permite reduzir 70% da mortalidade por Câncer de Colo do Útero.

Quando realizar o exame preventivo?
Toda mulher com vida sexual ativa deve submeter-se anualmente ao exame preventivo periódico. O exame também deve ser realizado em mulheres que apresentem alterações no ciclo menstrual ou sangramentos vaginais entre dois períodos menstruais.

O Câncer de Colo do Útero apresenta sintomas?
O Câncer do Colo do Útero não apresenta sintomas na sua fase inicial, onde a detecção de possíveis lesões precursoras é através da realização periódica do exame preventivo. Conforme a doença progride, os principais sintomas do câncer do colo do útero são sangramento vaginal, corrimento e dor.

Existem fatores de risco para o Câncer do Colo de Útero?
Sim. Vários são os fatores de risco identificados para o Câncer do Colo do Útero, como início precoce da atividade sexual, pluralidade de parceiros, falta de hábito de higiene, fumo, uso prolongado de contraceptivos orais, estes associados  a infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV).

É possível diagnosticar o HPV?
Sim, no próprio exame de Papanicolaou  e também através de  técnicas de biologia molecular que permitem diagnosticar o HPV e distinguir seus diferentes subtipos. A identificação dos diferentes tipos de HPV é fundamental, uma vez que estudos indicam que alguns subtipos de HPV, definidos como de alto risco, estão significativamente associados ao desenvolvimento de Câncer do Colo do Útero.

Ouvi falar na vacina contra o HPV. Ela já está disponível e quando ela é indicada?
A vacina contra o HPV está disponível no mercado desde 2006. A vacina protege contra a infecção pelo HPV, responsável pelo condiloma e pela maioria dos cânceres de colo uterino. No momento, a prioridade da indicação da vacina é para as mulheres que ainda não entraram em contato com o HPV, normalmente pré-adolescentes que ainda não iniciaram vida sexual. É importante enfatizar que esta vacina não protege contra todos os subtipos do HPV. Sendo assim, o exame preventivo deve continuar a ser feito mesmo em mulheres vacinadas.

Tratamento
O tratamento adequado para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico

13 maio 2013

Calcule seu Índice de Massa Corporal

O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma fórmula reconhecida como padrão internacional para avaliar o grau de obesidade de um adulto.

Esse índice é encontrado relacionando peso e altura da seguinte forma:

IMC = peso (em quilos) / altura² (em metros)

Peso (Kg): (Ex: 72,5)

Altura (m): (Ex: 1,78)

Então: 72,5/1,78²

IMC
entre 18,5 e 25
abaixo de 18,5
entre 25 e 30
acima de 30
Condição
abaixo do peso
peso normal
acima do peso
obeso